O cuidado integral considera o paciente como um organismo complexo e único, no qual todos os sistemas como, tegumentar, digestório e neurológico, por exemplo, estão interligados. Alterações em um único sistema nem sempre acontecem de forma isolada e, por isso, exigem uma avaliação clínica ampla e criteriosa.
No cuidado integral, o médico veterinário assume o papel de gestor da saúde, coordenando, quando necessário, o trabalho conjunto com outras especialidades. Essa abordagem reduz a fragmentação do cuidado e favorece decisões mais seguras ao longo do tempo.
A conduta é sempre baseada em evidências científicas, ética e acolhimento, envolvendo o responsável em todas as etapas do processo.
Cuidar do pet como um todo e não como peças isoladas de um quebra-cabeça é o que permite promover tratamentos seguros e qualidade de vida de forma contínua.